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Eficiência é maior dificuldade de empresas de TI, diz pesquisa apresentada no uMov.me Talks

 

 uMov.me Talks — Um espaço para convidados da uMov.me para falar sobre inovação, mercado e transformação digital para parceiros, clientes e seguidores da marca, com foco em conteúdo denso e de qualidade.

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Após um período conturbado pela crise econômica, o mercado de TI se reencontrou com o crescimento em 2017 e deve aproveitar mais um ótimo ano em 2018. A avaliação é do consultor Dagoberto Hajjar, da Advance Consulting.

Em webinar realizado a convite da uMov.me Talks, Hajjar apresentou os resultados “Pesquisa sobre o mercado Brasileiro de TI – Janeiro de 2018”, conduzida com empresários de TI no último trimestre do ano passado. O estudo aposta em crescimento de 12% para o segmento, contra a previsão de 8,4% do mercado.

“Os analistas comparam a crise econômica com aquelas fileiras de dominós. A primeira a cair foi a indústria automobilística e a última foi a área de tecnologia. Eles imaginavam que quem caísse primeiro ia se reerguer primeiro, mas o mercado de tecnologia reergueu antes de todos os outros”, afirma o consultor abordando a retração enfrentada pelas empresas de TI entre 2015 e 16, fato inédito na série histórica da área.

Muitas companhias se aproveitaram da crise para crescer e tomar espaço dos concorrentes. “A pizza não cresceu na crise, mas quem conseguiu comer levou uma fatia maior porque tomou o pedaço dos concorrentes”, atesta Hajjar, profissional com experiência de duas décadas, com passagem por empresas como Citibank, ABN-AMRO, Santander e Microsoft.

O consultor aponta um grande risco do otimismo excessivo entre os empresários: a expectativa pode fazer muitos deles estimarem suas despesas e investimentos em um crescimento que pode não vir. Quando isso ocorre, as metas se tornam muito agressivas, pressionam demais o time de vendas. Contra a parede, o comercial não consegue vender o esperado e derruba as margens de lucro.

E as empresas voltaram a investir. Em 2017, 42% das empresas que responderam à pesquisa contrataram ou capacitaram seus colaboradores, sem esquecer dos investimentos em marketing (para 43% das empresas) e do aporte em equipes e processos de vendas (48%).

Pontos a melhorar: tecnologia, planejamento e processos

Perto da segunda década do século XXI, é possível perceber o baixo investimento em tecnologia e infraestrutura no Brasil ao fazer atividades rotineiras, como usar celular ou internet. Num panorama geral, a pesquisa mostra que setores como educação, saúde e varejo estão sucateados em tecnologia. “O Brasil não pode continuar com esse gap de investimentos, esse sucateamento tem que ser resolvido”, alerta o consultor durante apresentação da pesquisa.

A falta de eficiência em vendas e na gestão financeira “tira o sono” e é preocupação para 29% e 25% dos respondentes, respectivamente.

Em geral, a área de TI é dominada por pequenas e médias empresas. Na pesquisa, 74% delas têm menos de 50 colaboradores e faturaram menos de 9 milhões de reais no ano passado.

E o grande desafio — ainda não reconhecido por muitos empresários — dessas empresas é ser mais eficiente, adotando metodologias e processos bem definidos, métricas e indicadores de desempenho.

Os bons resultados vieram para empresas que responderam ter um plano, um planejamento, e se focaram em vender, em aprimorar suas vendas. A pesquisa atesta que essas práticas garantem para a empresa uma taxa de crescimento favorável, mesmo em períodos de crise.

Responsável por conduzir o uMov.me Talks, o especialista em tecnologia da uMov.me, Marcelo Carneiro, ressaltou que a pesquisa da Advance Consulting mostra a necessidade de eficiência. “Isso é a transformação digital! Diminuir o investimento em marketing e vendas não é o caminho. Buscar mobilidade, automação, definir e executar processos e se valer da tecnologia é tornar a empresa mais eficiente”, ressalta Carneiro.

Dagoberto Hajjar aposta em um ótimo ano para a área de TI e conclui: “Quem não estiver se expandindo, estará invariavelmente se encolhendo. Em 2018 teremos crescimento e é preciso aproveitá-lo, até porque avalio que o primeiro semestre de 2019 deve fraco novamente”.

Sobre Dagoberto Hajjar — Trabalhou dez anos no Citibank em diversas funções de tecnologia e de negócios, dois anos no Banco ABN-AMRO, e, nove anos na Microsoft exercendo, entre outros, as atividades de Diretor de Internet, Diretor de Marketing, e Diretor de Estratégia. Atualmente, é sócio fundador da Advance, empresa de planejamento e ações para empresas que querem crescer.

Sobre a Advance Consulting — A Advance é uma empresa de consultoria e treinamento em negócios para as áreas de gestão, marketing, vendas e canais. Temos orgulho de ter em nossa lista de clientes algumas das maiores empresas do Brasil como AWS, Cisco, Equinix, Microsoft, SalesForce, SAP, Panasonic e mais de 2,5 mil empresas que adquiriram nossos serviços. Saiba mais em https://www.advanceconsulting.com.br

Sobre a uMov.me — A plataforma de criação de aplicativos uMov.me, possui mais de 100 mil usuários ativos, que já executaram mais de 50 milhões de operações em campo via milhares de aplicativos criados pela rede de mais de 300 parceiros que atuam com a metodologia de negócios desenvolvida pela uMov.me. Conheça em http://www.umov.me

Sobre uMov.me Talks — Um espaço para convidados da uMov.me para falar sobre inovação, mercado e transformação digital para parceiros, clientes e seguidores da marca, com foco em conteúdo denso e de qualidade.
Website: http://www.umov.me

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios